Nova Versão Do Top De Linha da Samsung Trata-se de um modelo mais barato do Galaxy Note 3 é o ''Galaxy Note 3 Lite.





        

                               Design da versão lite pode ser bem semelhante ao do original


Galaxy Note 3 Lite começou a ser produzido hoje pela Samsung

A Samsung realmente acredita que lançar diversas versões "lite" de seus aparelhos top de linha vai continuar mantendo sua dominação nos mercados em crescimento para o setor mobile. Por conta disso, o próximo aparelho a ser depenado pela coreana e transformado em um dispositivo mais barato é o elogiado Galaxy Note 3.
A coreana não apenas já tem o projeto pronto como também acabou de iniciar hoje (12) a produção em massa de um Galaxy Note 3 Lite. As informações são do site coreano ETNews, conhecido por vazar muito conteúdo relacionado à Samsung.
Apesar de dar a data de início de fabricação do aparelho, o rumor não especifica qualquer detalhe do aparelho. Assim, a única certeza que temos sobre o hardware do dispositivo é a de que ele será consideravelmente inferior ao do Galaxy Note 3, como tem sido com todos os “lite” da Samsung. Contudo, o site especula que a tela do novo phablet pode ter 5,68’’ e ser construída no padrão LCD. Nada de SuperAMOLED para quem já estava criando esperanças.
No mais, acredita-se que o lançamento do aparelho deve acontecer na CES 2014, que está marcada para janeiro. Caso isso realmente se confirme, o novo Galaxy pode chegar às prateleiras dos principais mercados da Samsung até março; levando em conta que o Note 3 tradicional não demorou muito para desembarcar por aqui, podemos ter o aparelho no Brasil já no momento do lançamento mundial.





Já imaginou se nó pudéssemos enxergar os sinais de telefone?

Certamente, o mundo se transformaria em um lugar bastante caótico, especialmente nas grandes cidades. Pelo menos é isso que especialistas dizem

E se nós pudéssemos enxergar os sinais de telefone?
A gigantesca quantidade de sinais que circulam ao nosso redor é impressionante: são os sinais de telefone, de WiFi, de Bluetooth, de rádio, entre tantos outros. Se estamos em grandes centros urbanos, eles aumentam muito mais. Você já pensou se pudéssemos enxergar essas transmissões invisíveis?
O artista Nickolay Lamm realizou desenhos conceituais de como seriam as cidades se nós conseguíssemos visualizar essas transmissões. Ao olhar as artes, podemos perceber um mundo dividido em segmentos hexagonais multicoloridos com diferentes variações de picos, conforme os lugares que recebem mais ou menos chamadas telefônicas.
Os professores de elétrica e de engenharia da computação Danilo Erricolo e Fran Harackiewicz, da Universidade de Illinois, em Chicago, foram consultados para realização do projeto e contribuíram com suas noções para que os desenhos transmitissem o que pode ser considerado real. Segundo eles, os sinais foram concebidos como uma rede de hexágonos na ilustração por que distribuem melhor as frequências recebidas em diferentes regiões.
E se nós pudéssemos enxergar os sinais de telefone? (Fonte da imagem: Reprodução/My Voucher Codes)
As cores representam as chamadas recebidas em várias frequências e os picos maiores o número de ligações feitas e realizadas por localidade. É necessário ressaltar que as frequências não são estáticas em um lugar, já que são alteradas constantemente. Portanto, se esse quadro fosse real, ele seria bastante psicodélico com as colorações mudando todos os segundos.
Certamente, é bastante interessante imaginar como seria enxergar todos esses sinais com nossos próprios olhos. Contudo, não há como negar que ficaríamos um pouco confusos com tantas informações por todos os lados.

Como fazer um print?

Você já sabe o que é um print?
Bem.......
Print é quando você tira uma foto do seu desktop tipo essa abaixo:
se você não sabe e quer aprender a fazer continue lendo.
bom primeiro localize a tecla ins prt Sc no meu pc fica ao lado de pause,depois de localizar escolha a janela que você quer capturar e clique na tecla ins prt Sc,depois abra um progama que suporte imagens (recomendo o photoscape se você não tem clique aqui para baixar) bom depois abra o photoscape e clique em editor e aperte ctrl+v,pronto se você quiser fazer algumas alterações fica ao seu dispor depois clique em salvar e pronto!

STF começa julgamento sobre demarcação de terras indígenas

Corte validou reserva Raposa Serra do Sol e criou regras gerais.
Tribunal marcou para esta quarta recursos de índios, produtores e do MP.

 

 

Índios acompanham no plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) a sessão que analisa recursos apresentados sobre a decisão de demarcação de forma contínua da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, nesta quarta-feira (23).  (Foto: Joel Rodrigues/Frame/Folhapress)

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar por volta das 14h30 desta quarta-feira (23) se as regras de demarcação adotadas em 2009 para a reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, devem ser aplicadas em todas as outras terras indígenas do país.
Em março de 2009, após uma série de conflitos entre índios e fazendeiros, o Supremo determinou a saída imediata dos produtores de arroz e não índios que ocupavam a reserva de Roraima, além de fixar regras gerais sobre as terras indígenas no país.
Quatro anos e meio depois, o Supremo voltará a analisar recursos de produtores rurais, índios e da Procuradoria-Geral da República (PGR) que questionam diversos pontos da decisão - veja os argumentos abaixo.
A Advocacia-Geral da União (AGU) chegou a publicar no ano passado uma portaria regulamentando a demarcação de terras com base na decisão do Supremo, mas suspendeu sua aplicação até que o tribunal avaliasse os recursos.
O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, afirmou antes da sessão do STF que, caso a Suprema Corte mantenha o entendimento adotado no julgamento da reserva da Região Norte, a validade da portaria 303/2012 será retomada.
"A portaria 303 foi suspensa até o julgamento desses embargos. Uma vez julgados e confirmada a primeira decisão do Supremo, a portaria vai entrar em vigor novamente", disse Adams.
Relator dos recursos que serão avaliados pelo STF, o ministro Luís Roberto Barroso advertiu, antes do início da sessão, que o voto sobre o tema será "longo", porém, a conclusão do debate depende da "polêmica" que se travar no julgamento.
"A expectativa é de um julgamento um pouco mais longo do que eu gostaria porque são muitos embargos de declaração com muitas questões a serem resolvidas. [...] Mas possivelmente a questão mais controvertida seriam as condicionantes que o Supremo acrescentou a essa decisão. Foi decisão atípica porque o Supremo não se limitou a decidir a ação popular que pretendia anular a demarcação das terras indígenas, manteve o ato da demarcação, mas o Supremo foi além e procurou construir o sistema constitucional de demarcação de terras indígenas", explicou o ministro.
Condições impostas pelo STF
O tribunal estabeleceu 19 condições a serem verificadas em todas as terras indígenas demarcadas no território nacional, entre elas uma que exige dos índios que obtenham permissão do poder público para o garimpo em suas terras; outra autoriza intervenções de interesse da Política de Defesa Nacional na terra indígena e a atuação das Forças Armadas e da Polícia Federal no local sem prévia consulta aos Índios ou à Fundação Nacional do Índio (Funai); além dessas, há regra que autoriza a construção de vias de transporte caso seja de interesse público.
O Supremo também determinou que os índios permitam a entrada de visitantes e pesquisadores não índios na área de conservação ambiental, não cobrem tarifas para permitir a entrada nas terras e não implantem estabelecimentos comerciais nas reservas.
A Suprema Corte impediu ainda o governo de cobrar qualquer tipo de imposto ou taxa nas terras indígenas e, por fim, proibiu a ampliação da terra indígena já demarcada.
Diante das condicionantes, foram apresentados vários embargos de declaração (recursos que questionam decisões do Supremo). Esses recursos serão analisados pelo Supremo com uma nova composição, cinco ministros diferentes – Luiz Fux no lugar de Menezes Direito, Rosa Weber no lugar de Ellen Grace, Teori Zavascki no lugar de Cezar Peluso e Luís Roberto Barroso no lugar de Ayres Britto.
O ministro Dias Toffoli, que assumiu a cadeira de Menezes Direito, era o advogado-geral da União à época do julgamento da demarcação e deve se declarar impedido de julgar os recursos.
Argumentos dos recursos
O recurso da Procuradoria-Geral da República ressalta que as condicionantes do Supremo não deveriam ter sido fixadas sem debate prévio da sociedade e que a definição de normas fere o princípio da separação de poderes. Para a PGR, as condicionantes ultrapassam o tema do processo, que é a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol.
Ainda na avaliação da Procuradoria, as condicionantes priorizam os interesses do poder público e ofendem os direitos das comunidades indígenas. O recurso aponta ainda que algumas das determinações "podem gerar efeitos nefastos sobre a vida das comunidades, afetando a sua cultura e suas tradições". Outro questionamento é que não pode se determinar como impossível a ampliação da terra demarcada, uma vez que há previsão legal para que isso ocorra.
Comunidades indígenas questionam a obrigatoriedade de terem que obter permissão para a atividade de garimpo em suas próprias terras e também são contra a desobrigação de consulta prévia em casos de interesse público.
O governo de Roraima também recorreu da decisão e afirmou que o STF não estabeleceu como seria sua atuação na reserva Raposa Serra do Sol, em relação aos serviços públicos como saúde e educação.
O ex-senador Augusto Botelho também recorreu em defesa dos proprietários rurais e afirmou que há imóveis particulares com propriedade privada reconhecida por sentença judicial dentro do local.
O senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) afirmou em recurso que há omissões em relação às pessoas miscigenadas, se elas podem permanecer na reserva, além de templos religiosos já construídos e escolas mantidas na área pelo poder público. O parlamentar sustenta que é preciso garantir a passagem pela terra por se tratar de única ligação entre Boa Vista e a cidade de Pacaraima.

CCJ aprova proposta que acaba com voto secreto em todo o Legislativo

Para ter validade, o texto deverá ser aprovado no plenário do Senado.
Proposta já havia sido aprovada pela Câmara em setembro.

 

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (23) a Proposta de Emenda à Constituição 43, que põe fim ao voto secreto em todas as votações do Congresso e dos Legislativos estadual e municipal.
Para começar a valer, o texto deverá ser aprovado no plenário do Senado, em dois turnos. Depois segue para promulgação do Congresso. Não há necessidade de sanção presidencial. No último dia 4 de setembro, enquete do G1 demonstrou que a maioria dos senadores eram favoráveis ao fim do voto secreto em todas as votações do Congresso.
O plenário poderá analisar a matéria ainda nesta quarta-feira, a depender da decisão do presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) juntamente com os líderes partidários.
A PEC 43 já tinha sido aprovada por unanimidade pela Câmara dos Deputados em setembro, uma semana após os deputados, em sessão secreta, terem rejeitado cassação do deputado Natan Donadon (sem partido-RO), condenado a 13 anos de prisão em 2010 pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Donadon cumpre pena no presídio da Papuda, Brasília.
Na sessão desta quarta, os integrantes da CCJ do Senado aprovaram relatório do senador Sérgio Souza (PMDB -PR), que acatou a PEC 43 sem fazer alterações no texto que veio da Câmara. Ele ainda vetou sugestões de mudanças incluídas no plenário do Senado.
A proposta acaba com o voto secreto em todas as deliberações da Câmara, do Senado e do Congresso Nacional e também estende seus efeitos às assembleias legislativas dos estados, à Câmara Legislativa do Distrito Federal e às câmaras municipais.

Divergências
Alguns parlamentares da comissão, que foram minoria,  chegaram a defender voto aberto para cassações de mandatos parlamentares, mas secreto para análise de vetos presidenciais e de escolha de autoridades, como ministros do Supremo Tribunal Federal e o Procurador-Geral da República .
Aloysio Nunes (PSDB -SP) foi um dos senadores que defenderam o voto secreto nesses casos. Para ele, o voto secreto no exame de vetos presidenciais é necessário para proteger o parlamentar de eventuais represálias do Poder Executivo, que é quem gere recursos públicos e executa o orçamento da União.
Nunes disse que o Brasil não está “livre da praga” de haver retaliação do Poder Executivo, por isso defendeu o voto secreto nos casos de exame de veto presidencial e de indicação de autoridade.
“Penso que devemos ter uma visão da história, não só do passado, mas uma prospecção do que poderá acontecer. O que o povo quer efetivamente é que, nos casos de cassação de mandatos por quebra de decoro parlamentar e cometimento de crimes, o voto seja aberto para que não compareça o compadrio”, disse.
O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM) também defendeu o voto secreto nesses dois casos. “Mantemos nossa posição de voto aberto para cassação de parlamentar, mas não votarei voto aberto para autoridades e vetos. Acho importante para os pesos e contrapesos para o regime da democracia, manter o voto secreto”, disse.
O relator, senador Sérgio Souza, disse que a PEC 43 tem apoio amplo da população. “Acho que a sociedade brasileira vive um estágio da democracia que não se admite mais o voto mascarado, o coto secreto. O que o povo brasileiro quer é saber como vota seu representante. Aquele que tem medo de votar abertamente, então que não dispute, que não seja parlamentar”, afirmou.
Emendas
No plenário, os senadores ainda poderão alterar o texto votando dois destaques (alterações no texto) que abrem brecha para o voto secreto. De autoria do senador Romero Jucá  (PMDB-RR), um dos destaques acaba com as votações fechadas para cassações de mandatos e vetos presidenciais, mas mantém para indicações de autoridades.

Já o destaque do senador Aloysio Nunes restringe o voto aberto apenas às sessões de cassação parlamentar. Votações de vetos presidenciais e indicação de autoridades continuariam sendo fechadas.